Fiz essas lembrancinhas para as tias do transporte escolar do meu filho.
Ensinei a tulipa aqui e o vasinho aqui e aqui.
Inspirem-se!
E eu que não sei falar. E nem pensar. Escrevo! Escrevo porque não consigo organizar os pensamentos. Escrevo pra tentar entender. Escrevo pra respirar.
E eu que não bebo. Hoje tomaria um porre! Ou qualquer outra coisa que me fizesse sair de órbita. Sair da realidade. Descansar da vida.
Queria um momento sem culpa. Uma dose de egoísmo. Uma dança com o amor próprio.
Só por hoje eu gostaria de morrer. E amanhã poder tentar de novo. Como se já não estivesse assim há tempos. Tantos dias duros. Tantas noites em claro. Tanta caraminhola descontrolada.
Queria o botão de parar de pensar. Esse da saudade faz muito estrago. Além de teimoso é nada inteligente. Onde desliga o sentir? É muita falta de dignidade.
Uma pitada de calmaria nesse caldeirão de caos, por favor!
Não teve um que veio com o pé e o outro com a bunda.
Houve um desgaste.
E quando estava insuportavel, eu que tive a descencia de formalizar as coisas.
Ou seguimos juntos, ou aceitamos que não estamos mais no mesmo barco.
E foi assim.
Eu sei que não deveria me martirizar por uma coisa que não dependia só de mim.
Sei que preciso deixar pra traz tudo que não me leva pra frente.
Cansada de ter que reafirmar a todo momento tudo o que o cerebro já sabe. Coração tolo!
Odeio que ainda o amo. E quero odiá-lo pra ver se o esqueço.
Acabo esquecendo do que preciso lembrar. Das dezenas de pequenices e centenas de tentativas em vão. Da abnegação e do amor próprio que tanto me faz falta.
Desejava com toda força do universo que desse certo. E a frustração é navalha impertinente aqui do lado de dentro.
Oi gente linda
Ano passado fiz árvore de parede.
Esse ano fiz pra geladeira.
Sucesso aqui em casa
Inspirem-se!
Duas dicas que percebi depois de pronta:
1 – Seria melhor colar todos os velcros das bolinhas na mesma face. Coloquei aleatoriamente e as vezes dá errado na hora de brincar.
2 – Pode ser que colando todo o feltro da parte da frente no eva de dentro fique mais firme na hora de tirar as bolinhas.


Fiz esse quadrinho no bastidor da anjinha em feltro para presentear.
Adorei o resultado.
Peguei os moldes aqui.
Inspirem-se!
Morrer de amor.
Ou por amor.
O amor morreu.
Ou o amor matou.
Enlouquecidamente buscando sentido em continuar vivendo quando o amor morreu. Na verdade foi apenas tentativa de homicídio. Não houve 100% de sucesso. Ainda tem pulso. Restaram muitas sequelas…
Imagino o quanto insano deve ser perder o seu amor, no sentido de morte mesmo, quando há um falecido, literalmente.
Morreu, morreu!
Fica lembrança. Vira saudade.
Mas o tanto que imaginei que perder um grande amor, e ele continuar vivendo, pode ser tão devastador, não é mensurável.
Ainda vivo, resta o que?
Admitir que o pra sempre, acaba. Que o nós, só existiu enquanto convinha. Que sua vida foi uma ilusão. Que a sua exclusividade, era tão substituível quanto se pode trocar de roupa. Ou nem isso. Certas roupas ainda temos apego. É como ser um papel higiênico. Usou, não serve mais. Joga fora!
Todas as lógicas, a mente já aceitou, já processou, já se conformou.
Maldito é esse infeliz coração teimoso.
Desgraçado!
Idiota!
Mau amado!
Como viver tendo morrido de amor?
Por amor.
Por desgosto.
Lastimável burrice!
Fiz esse porta pano de prato para enfeitar minha casa. É criação da Giovana Bortolucci. Os moldes peguei aqui. Inspirem-se!
Fiz essa guirlanda para uma encomenda. Anteriormente tinha feito com cores natalinas e até mostrei o passo a passo dela nesse vídeo aqui. Gostei muito dessa composição de cores.
Inspirem-se!