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De bem comigo!

Não existe melhor balança do que o bom e velho jeans, por isso resgatei um que comprei enorme e não tinha coragem de enfrentar pelo numero da etiqueta. Agora fico toda toda com ele folgado. Não quer dizer necessariamente que estou menor mas sim que aprendi me aceitar. Me amando tenho condições de lutar para alcançar meus objetivos. 
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Off

Porque aqui dentro não é mais um lugar onde é suportável estar.
A vontade é de abrir a pele e sair do corpo para ver se me livro da dor.
O conto de fadas durou quase meia dúzia de anos mas a dona realidade veio com todo fervor destruir meu castelo na areia e matar a imagem do meu utópico príncepe perfeito, único, meu…
Não imaginei que pudesse doer tanto assim, achei que estava calejada. Achei que a armadura que eu vestia fosse capaz de me proteger, de não me derrubar.
Fiz tudo diferente, dei espaço, dei liberdade, dei tudo de mim, dei o melhor de mim, me doei por inteira, sem metades, sem pudor, sem frescura. Desisti de mim, me coloquei de lado, me coloquei para trás, me anulei, me guardei para depois. Vivi intensamente para o bem do conjunto. Lidei diariamente com meu eu voraz tentando me sabotar, me fazer egoista, viver…
Uma hora eu volto! Não sei quando, primeiro preciso juntar os cacos, encontrar o chão pois não o tenho mais sob meus pés, na verdade nem sei onde estão meus pés.
Vou me erguer, esticar a espinha, estufar o peito, levantar a cabeça e em algum momento volto.
Adestrar minha minha mente para que tudo volte para o lugar, para que encontre o lugar.
Encontrar a auto estima massacrada. Parar de culpar-me pelo que não depende de mim.
Desligando para recarregar, para me encontrar.
Em manutenção!

Fiquei magoadonão por me teres mentido, mas por não poder voltar a acreditar-te” 

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Me amando!

 Hoje acordei me amando. 
Isso deveria ser rotina, mas ultimamente não é.
Não ando de bem com meu corpo.
Não me alegro com o que vejo no espelho.
Fujo dele e principalmente das fotos.
Mas hoje foi um dia atípico.
Acordei me amando!
Amando meu cabelo volumoso.
Amando as manchinhas do meu rosto.
Amando minha cara lavada.
Hoje não desejei filtro nas fotos, make e nem mesmo chapinha.
Hoje estou de bem comigo mesma.
Hoje me amo, me acho linda e vou curtir esse momento. 
Hoje não me importo com os quilos extras.
Hoje estou em paz!
Hoje estou feliz! 
Hoje me aceito como sou.
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Uma frustração

Eu não sou de ligar para o que os outros falam, me importo pouquíssimo com isso, bem porque muitas vezes, diria que a maioria esmagadora das vezes, as críticas não são construtivas, as palavras são vazias, vindas de momentos de fúria e sem reflexão. Na verdade, até as utilizo no meu balanço de o que isso tem que útil para minha vida e o que isso importa. Pode parecer piegas, mas é verdade. Confio muito na minha consciência, só preciso dela em paz para ficar em pé.
Nos meus projetos, nos meus hobbys, nos meus assuntos, no que me interessa, no que começo fazer, me dou por completo, me dedico, me esforço. Costumo fazer tudo de coração, se não for de coração, nem começo ou já anuncio no começo que não é minha praia e não deve sair bom porque não tem ali minha melhor parte. Não consigo não ser sincera. 

Sou um tanto fechada, demoro para me soltar, para criar laços… Mas quando me entrego é por inteiro! 
Infelizmente a intensidade ao contrário é proporcional. O desapego é avassalador.

Sim, eu refaço minha listinha de prioridades constantemente! 
Sim, eu me apego aos detalhes! 
Sim, eu me magoo com palavras de descaso das pessoas que eu amo.
Finalizo com essa frase do Fabrício Carpinejar que está latejando no meu peito:

 Nada mais frustrante do que confessar uma preocupação e ouvir do outro lado que é bobagem.” 






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O livro


Sei lá se isso é normal… Tenho mania de escrever uma linha e salvar nos rascunhos para depois dissertar com calma um texto para o blog. Também tenho mania de escrever textos enormes e não publicar… E de querer escrever sobre tudo… E de me cobrar escrever mais e melhor.
As vezes acho que só deveria escrever um texto depois de ler mais um livro. 
Todo escritor deve ser um bom leitor. Todo leitor tem boas ferramentas para ser um bom escritor.
As tarefas do dia a dia não me deixam investir nessa prática que me satisfaz. Começo escrever, acontecem mil coisas, os filhos, o marido, a casa… Não consigo parar para ouvir meus pensamentos. Muitas vezes na cama surgem estalos, faíscas, idéias infinitas que me conflitam em descansar ou virar a noite transcrevendo meus pensamentos. Meu físico e meu mental não estão em harmonia.
Um fato: tenho certeza que o que há dentro de mim quer e precisa sair. Não posso prender! Eu até consigo guardar mas é necessário compartilhar. Mais cedo ou mais tarde.
Uma ferramenta que me ajuda é o twitter. Em 140 caracteres solto vários rabiscos, muitos rascunhos.
As redes sociais, a internet móvel, celular, tablet, netbook. Meus aliados! Busco usá-los a meu favor.
Esboços para cumprir as metas básicas da vida. ∞ Não importa a ordem. Não sou boa em seguir padrões… Comecei pelo fim. Escrever um livro, plantar uma árvore e ter um filho. Os filhos já tenho, a árvore ainda vou plantar e no momento propício meu livro sai! Ah se sai! Enquanto isso vou treinando!

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Igualdade de que mesmo?

Acho lindo todo aquele assunto de luta das mulheres por igualdade, da tentativa de ter os mesmos direitos do que os homens e tal, mas gente, é muita inocência achar que todos podem ser iguais um dia.
Nem em um casal! Por mais moderninho que o cara for, com casamento tudo muda de figura. É minha querida, 10 entre 10 mulheres vão confirmar essa informação.
É da cultura, da espécie, dos genes, do sangue, os homens vem com esse defeito de fábrica.
Direitos estão totalmente vinculados com deveres, Agora vamos expor alguns itens:
Casa: Quem é que se preocupa com a arrumação? Alguns raros maridos ajudam com os afazeres, mas mesmo quando se para fazer, quem é que vai atrás da funcionária?
Comida: Quem é que naturalmente vai esquentar a barriga no fogão e depois esfriar na pia?
Filhos: Nossa, tema super delicado… Já começa na decisão de tê-los. Nunca entendi por que é que a mulher é que previne (na maioria da vezes! E caso não for o plano, o desejo do momento) se é o homem que “produz”. Se evita mexendo no organismo da mulher que recebe em vez de bloquear a produção já no homem. Tá, o assunto é complicado, pula para a parte prática. A transformação é toda na mulher. Corpo, pele, cabelo, restrições na carreira, dilemas, etc. A vida do homem muda com o que mesmo? Ah, ele tem que decidir de assume ou foge. Ô dificuldade! Quem se preocupa com a alimentação, educação, desenvolvimento, crescimento, com quem deixar e tal? Quando fica doente quem corre com eles? A escola liga para quem ir buscar?
Uma vez ou outra se recebe “ajuda”. Mas ajuda??? Ué, por que ajuda? Não quero ajuda! Quero meio a meio! Um casal são duas pessoas, por que uma faz e a outra não? Por que simancol não é item obrigatório nas pessoas?
Ah, quer igualdade? Tenta cuidar de tudo. E sim, vai conseguir, pirar as vezes mas consegue, é instinto da mulher, E quanto aos deveres? Acha mesmo que dá para ter igualdade nos direitos e deveres? Eu achava que sim. Agora tenho certeza que não!
Não vale a pena lutar para conseguir dividir a conta do restaurante se em casa as tarefas não são divididas. Não adianta lutar por igualdade de direitos se não existe igualdade de deveres.

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Resumo da minha vida

Era uma vez uma garotinha cheia de planos. Cresceu apostando que não seria como a mãe, dependente do marido e da casa, que iria dominar o mundo, ser independente e próspera, arrumou um emprego cedinho, quis ser livre mas foi mãe, mãe sozinha, de coração partido, reorganizou as metas, viu afundar metade dos sonhos, encontrou razão para viver, reconstruiu o coração, amou, casou, foi mãe de novo, dai viu que a carga é muito mais pesada do que poderia imaginar… Reorganizou as prioridades, se dedicou ao que verdadeiramente vale a pena. Guardou seu eu na caixinha e um dia há de se reencontrar!

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Good news!


Acabo de saber da alegria de uma querida amiga com bençãos super almejadas. Estou muito feliz com ela! Adoro ver pessoas incríveis recebendo da vida retorno positivo! Prova que temos um Deus em que confiamos, que nos sustenta e nos abençoa nos momentos certos sempre! Sim, a humanidade ainda tem gente boa e especialmente nessas horas sabemos que vale muito a pena sermos bons que pode até demorar, mas quando o retorno vem, ele vem maravilhosamente mágico e gratificante
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Saudades

Eu sinto saudades.

De não fazer nada, de disposição para fazer tudo, de dormir, de dormir de tarde, de dormir até tarde, do manequim 38, do cabelo bem cuidado, da tristeza recorrente, da alegria eminente, de me ouvir, de me cuidar, de ter tempo, de caminhar, da inocência, de confiar, de me entregar, da utopia, de querer mudar as pessoas, de querer mudar o mundo, de querer ganhar o mundo, de querer dominar o mundo, de fazer planos, de criar metas, de querer tudo, de pensar só em mim, do egoismo sem fim, de ouvir música, de ler, de pensar, de refletir, de ficar sozinha, de me fazer companhia…

Sinto saudades de mim!

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Poeta da Madrugada


É só deitar que me vem textos encantadores, bem elaborados, com começo, meio, fim, ideias, argumentos, lindos desfeixos… Tenho vontade de levantar e escrever sem parar, mas os dias são tão cansativos, me obrigo descansar a noite. Dilemas! Deixo para depois mas depois somem parágrafos, vírgulas, reticências… Fica a essência que precisa se moldada e trabalhada novamente. Cadê salvamento de memória humana? Quero acessar meu banco de dados e utilizar de todo potencial da minha mente. Agora e depois!

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Sad but true

Dei uma pausa, abdiquei do direito de ser eu mesma mas meu ser não cabe na gaveta, clama socorro, implora liberdade. Saudade de ser Alinne. Muita dor! Na cabeça e no peito. Tentar dormir para ver se passa. Ao menos a física… Essa normalmente cura mais fácil. Quanto mais dói mais quero escrever. Por para fora o que não consigo em fala. Tal qual um poeta louco, solitário e incompreendido.
Viver é tão complexo, deixar de viver é uma tragédia. Bilhões de pessoas no mundo e ainda sim pontadas fortes de solidão, essa corrói, maltrata, destrói. Não solidão de estar só, sim de sua essência estar presa, adormecida.
As escolhas deixam para trás coisas imagináveis. O quase, o se, o talvez… O “vou guardar para depois” e a incerteza do depois. O que tem que ser agora? Como diferenciar as coisas? Como abolir o erro? Não tem como!
Eu quero o direito de surtar, a dádiva de levantar e a chance de continuar, sempre continuar! Meus medos, minhas angústias, meus dilemas, são meus, não há quem possa resolver por mim, são resultados das minhas escolhas, das minha decisões.
A maternidade expira ainda mais cuidados, tudo respinga diretamente na vida dos seus dependentes. Com isso deixam muito mais pesados os fardos, mais doloridos e difíceis. Mas são doces os frutos! Realmente amor incondicional, sem pensar você dá a vida pela deles, esquece de si, ai mora o perigo. Se repreende, se sacrifica, se apaga. E quando sobrecarrega… É fatal!
O matrimônio então. Certamente o segredo é o amor! O caráter, a fidelidade e o respeito bem na sequência. Lidar com os frutos de suas escolhas é difícil, lidar com as decisões dos outros é pior ainda. Se as escolhas não estiverem alinhadas ambos sofrem e não há opção que não seja trágica e dolorida.
Redefinir-se constantemente, continuar a nadar, cair e levantar.
Reorganizar as prioridades e aceitá-las. Prioridades. Está ai o que move a vida.



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Minha teoria de relatividade

E nessa vida o que busco é o equilíbrio.
A linha tênue que separa o pouco do muito é quase imperceptível.
Nada de pouco, sempre falta! Nada de muito, sempre sobra.
Um copo meio cheio ou meio vazio para mim nada mais é que um copo na metade.
Metade também não quer dizer que está em cima do muro, quer dizer que está ponderadamente onde se deve estar.
Se critica a rotina mas sem, a total falta dela, é lastimável.
Eu não quero saber de extremos, eu quero satisfação.
Não quero miséria e não quero excessos.
Take care!
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O tempo e o tormento!

Tempo, não corra, não fuja de mim, não esmague minhas esperanças!
Tenho tanto o que fazer, tenho tanta coisa para conhecer, tantos planos.
Não me julgue, não jogue na cara o que foi desperdiçado, não me entristeça.
As duras penas encurvam meus ombros, os fardos me doem a espinha.
Os incontáveis erros foram tentando acertar, tentando ser feliz.
Aprender a enxergar o lado bom na colheita é o que faz valer.
Um dia de conflito, um de esperança, um de paz.
Um de ver a dificuldade, um de ver um obstáculo superado.
Sempre revirando a bagagem, tirando do fundo o que faça a espinha ereta.
Preciso estudar, amar, me jogar, arriscar, plantar, colher, me lambuzar.
Até aqui sobrevivi. Daqui para frente o lema é viver.
Não me esmague, ó tempo. Não fuja, não corra!


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Independência ou vida

A sutil e tênue linha que separa o “Sou eu que pago minhas contas!” do “Sou eu que crio os meus filhos!” define a grande decisão que tomei nos últimos dias.
É muito mais intenso, mais importante, é o que realmente vale a pena, é o que realmente quero para minha vida! Eu quero participar inteiramente no desenvolvimento e criação dos meus filhos.
Eu sou a responsável por eles. Quero assumir todas as consequências. Positivas e negativas, se acertar quero ter o orgulho e se errar, quero assumir e responder por isso.
Eu tenho a necessidade de estar com eles o tempo todo! Faço questão de dar banho, trocar fralda, escovar os dentes, fazer lição de casa, assistir desenho, dar café, almoço, janta, pentear os cabelos, ir ao pediatra. Preciso acompanhar cada traquinagem, cada peripércia. Coisas simples que dão um trabalho imenso.
Não estava dando conta de tudo. Se mulher, esposa, dona de casa, mãe, profissional entre outras mil tarefas estavam me deixando louca.
Vou ter que mudar muita coisa. Ter que engolir muitos mitos e preconceitos que vem de mim mesma. Vou ter que aceitar que não sou dona do meu próprio sustento. Vou depender daquele que amo. Vou drasticamente matar meu eu consumista e compulsiva. Vou aprender a duras penas.
Abro mão de mim para me dedicar a eles.
Antes abrir mão agora, do que me arrepender depois. Depois quando eles estiverem crescidos, de que não dependam mais das minhas asas. Posso me arrepender mas é melhor do que me arrepender de não ter tentado.
Eu parei, eu refleti, eu pensei, repense, coloquei na balança, reorganizei as posições, inverti as prioridades e decidi.
Nasci para ser mãe!
Então me deixa erguer a cabeça e continuar a caminhada que ainda tem muito trabalho pela frente!
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Novos ares!

Não sou de ficar reclamando, nem de me acostumar com aquilo que não está me fazendo bem. Acredito que o mais importante é ser franca, clara e transparente.
Apesar de ter medo do incerto, o comodismo não é meu aliado. Sou forte o bastante para jogar tudo para o alto e admitir quando não dá mais para mim.

Encerrando um ciclo importante com sucesso! Sem deixar pendências, com muito aprendizado e com a bagagem repleta de coisas boas!!!
Mega feliz por ter tido o privilégio de encontrar pessoas maravilhosas que levo para toda vida! Pessoas especiais, raras, lindas!!!
Tranquilíssima por ter deixado tudo em seus devidos lugares! Sensação de feito um bom trabalho! Eu fiz! Eu consegui! Eu sou vitoriosa!!!
“Há aqueles que entendem que é loucura mudar de vida, eu chamo de coragem.”